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sábado, 14 de abril de 2012
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Emicida - Então Toma!
O rapper Emicida, indicado em três categorias do VMB 2011, ganhou o prêmio de Clipe do Ano pelo vídeo de 'Então Toma'. Ele concorria com Criolo, Garotas Suecas, Jota Quest, Lurdez da Luz, Mallu Magalhães, Móveis Coloniais de Acaju, Pitty e Thiago Pethit.
Assista ao clipe vencedor abaixo:
Emicida é a grande revelação do hip hop nacional nos últimos anos. Ele cresceu e ganhou destaque na cena paulistana com suas rimas improvisadas nas batalhas de MCs, em que suas performances agressivas lhe renderam o título de ‘homicida’, em referência à ‘matança’ que causava nos adversários. Foi daí que, somando com o título de MC, o garoto Leandro Roque de Oliveira virou Emicida.
Além do sucesso na cena urbana, que nas palavras do cara acabou no jargão 'A Rua nóis', Emicida também marcou forte presença na web com o lançamento de alguns singles e mixtapes, todos produzidos no Laboratório Fantasma, QG que compartilha com seu irmão e produtor, Fióti. O trabalho de estreia veio com a EP de 25 faixas ‘Pra Quem Já Mordeu Cachorro, Até Que Eu Cheguei Longe’, lançado em 2009.
Curiosamente, apesar de toda a repercussão do seu trabalho, o rapper ainda não lançou nenhum disco completo. O argumento para essa insistência no underground é a preferência pela produção caseira e independente, uma marca do músico que, ao lado de Fióti, faz toda a sua produção executiva sem a ajuda de qualquer produtora especializada.
Com a cena de São Paulo conquistada, suas composições ultrapassaram as fronteiras paulistas e, por que não brasileiras, na passagem de 2010 pra 2011. Foi quando o convidaram pra se apresentar no palco do maior festival de música dos Estados Unidos, o Coachella.
Na sequência, o rapper prosseguiu com suas saídas para a gringa e voltou aos Estados Unidos pra gravar seu trabalho mais recente, a EP 'Doozicabraba e a Revolução Silenciosa', produzida pela dupla K-Salaam e Beatnick e lançada pelo Creators Project.
Curiosidade: Reza a lenda que Emicida produziu o single 'Então Toma' como uma resposta ao rapper Nocivo Shomon que, após um duelo de MCs no centro de São Paulo, lançou a faixa 'A Rua É Quem?', fazendo referência ao jargão 'A Rua É Nóis', de Emicida
VMB 2011
Fonte
Assista ao clipe vencedor abaixo:
Emicida é a grande revelação do hip hop nacional nos últimos anos. Ele cresceu e ganhou destaque na cena paulistana com suas rimas improvisadas nas batalhas de MCs, em que suas performances agressivas lhe renderam o título de ‘homicida’, em referência à ‘matança’ que causava nos adversários. Foi daí que, somando com o título de MC, o garoto Leandro Roque de Oliveira virou Emicida.
Além do sucesso na cena urbana, que nas palavras do cara acabou no jargão 'A Rua nóis', Emicida também marcou forte presença na web com o lançamento de alguns singles e mixtapes, todos produzidos no Laboratório Fantasma, QG que compartilha com seu irmão e produtor, Fióti. O trabalho de estreia veio com a EP de 25 faixas ‘Pra Quem Já Mordeu Cachorro, Até Que Eu Cheguei Longe’, lançado em 2009.
Curiosamente, apesar de toda a repercussão do seu trabalho, o rapper ainda não lançou nenhum disco completo. O argumento para essa insistência no underground é a preferência pela produção caseira e independente, uma marca do músico que, ao lado de Fióti, faz toda a sua produção executiva sem a ajuda de qualquer produtora especializada.
Com a cena de São Paulo conquistada, suas composições ultrapassaram as fronteiras paulistas e, por que não brasileiras, na passagem de 2010 pra 2011. Foi quando o convidaram pra se apresentar no palco do maior festival de música dos Estados Unidos, o Coachella.
Na sequência, o rapper prosseguiu com suas saídas para a gringa e voltou aos Estados Unidos pra gravar seu trabalho mais recente, a EP 'Doozicabraba e a Revolução Silenciosa', produzida pela dupla K-Salaam e Beatnick e lançada pelo Creators Project.
Curiosidade: Reza a lenda que Emicida produziu o single 'Então Toma' como uma resposta ao rapper Nocivo Shomon que, após um duelo de MCs no centro de São Paulo, lançou a faixa 'A Rua É Quem?', fazendo referência ao jargão 'A Rua É Nóis', de Emicida
Fonte
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Criolo
Com certeza você escutou alguma coisa sobre o Criolo neste ano. Nascido e criado no Grajaú, bairro da zona sul de São Paulo, o cara lançou o disco mais foda da temporada, cantou ao lado de Caetano Veloso em uma das principais premiações da música brasileira, onde também levou os prêmios de melhor álbum e canção do ano, e ainda serviu de inspiração para Chico Buarque fazer um rap em sua homenagem.
Morto Vivo
Mas antes de todos esses acontecimentos, Kléber Gomes, que atualmente atende por Criolo, era Criolo Doido. Responsável por criar junto com o DJ Dan Dan a Rinha dos MC´s, principal competição de rap freestyle da capital paulista, ele chegou, em 2006, no sapatinho com o primeiro trabalho de sua carreira: o álbumAinda Há Tempo. Apresentando um repertório formado por 22 faixas, sua estreia, que conta com as participações especiais de Terra Preta, Rael da Rima e SNJ, tem, na nossa opinião, seu destaque nas faixas Morto Vivo e Demorô - escute as duas nos players.
Demorô
Já o seu segundo trabalho, o disco Nó Na Orelha, citado no primeiro parágrafo do texto, não poderia ter recebido um nome mais apropriado. Produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, o álbum surpreende todos aquelesque estavam acostumados a escutar a voz de Criolo na época em que ele atendia pela alcunha de Criolo Doido. Nele, o MC consegue passear por diferentes gêneros musicais com a mesma naturalidade dos tempos em que disparava suas pesadas rimas sobre os beats das músicas Cerol e Vasilhame.
Desta vez, ele também reservou espaço para outros ritmos, como na faixa escolhida para dar início ao nó em nossas orelhas, Bogotá, em que Criolo solta a voz em cima de um afrobeat nervoso. Além da música de abertura, ele nos presenteia com quatro inusitadas canções: Freguês da Meia Noite, bolero que consegue superar qualquer preconceito seu em relação ao gênero musical;Linha de Frente, samba em que Cascão, da Turma da Mônica, esquenta a chapa no morro; Não Existe Amor em SP, lembrando Sebastião Maia e Cassiano; eSamba Sambei (player), onde Ganjaman incorpora King Tubby e monta uma base chapada para acompanhar a voz de Criolo.
Mariô
Mas, se mesmo assim você continuar preferindo as rimas, pode ficar tranquilo. O mestre de cerimônia da Rinha dos Mc´s continua mandando seus versos nas faixas Subirusdoistiozin, Mariô, Grajauex, Sucrilhos e Lion Man. Só tome cuidado para não deixar o nó muito apertado. Clique na capa dos dois discos para fazer o download.
Subirusdoistiozin
Samba Sambei


Fonte: hempadao.com
Morto Vivo
Mas antes de todos esses acontecimentos, Kléber Gomes, que atualmente atende por Criolo, era Criolo Doido. Responsável por criar junto com o DJ Dan Dan a Rinha dos MC´s, principal competição de rap freestyle da capital paulista, ele chegou, em 2006, no sapatinho com o primeiro trabalho de sua carreira: o álbumAinda Há Tempo. Apresentando um repertório formado por 22 faixas, sua estreia, que conta com as participações especiais de Terra Preta, Rael da Rima e SNJ, tem, na nossa opinião, seu destaque nas faixas Morto Vivo e Demorô - escute as duas nos players.
Demorô
Já o seu segundo trabalho, o disco Nó Na Orelha, citado no primeiro parágrafo do texto, não poderia ter recebido um nome mais apropriado. Produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, o álbum surpreende todos aquelesque estavam acostumados a escutar a voz de Criolo na época em que ele atendia pela alcunha de Criolo Doido. Nele, o MC consegue passear por diferentes gêneros musicais com a mesma naturalidade dos tempos em que disparava suas pesadas rimas sobre os beats das músicas Cerol e Vasilhame.
Desta vez, ele também reservou espaço para outros ritmos, como na faixa escolhida para dar início ao nó em nossas orelhas, Bogotá, em que Criolo solta a voz em cima de um afrobeat nervoso. Além da música de abertura, ele nos presenteia com quatro inusitadas canções: Freguês da Meia Noite, bolero que consegue superar qualquer preconceito seu em relação ao gênero musical;Linha de Frente, samba em que Cascão, da Turma da Mônica, esquenta a chapa no morro; Não Existe Amor em SP, lembrando Sebastião Maia e Cassiano; eSamba Sambei (player), onde Ganjaman incorpora King Tubby e monta uma base chapada para acompanhar a voz de Criolo.
Mariô
Mas, se mesmo assim você continuar preferindo as rimas, pode ficar tranquilo. O mestre de cerimônia da Rinha dos Mc´s continua mandando seus versos nas faixas Subirusdoistiozin, Mariô, Grajauex, Sucrilhos e Lion Man. Só tome cuidado para não deixar o nó muito apertado. Clique na capa dos dois discos para fazer o download.
Subirusdoistiozin
Samba Sambei


Fonte: hempadao.com
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